eu acredito no útero do Papa


 

Todo mundo dançando e cantando: \o_  \o/  _o/

Ritmo, é ritmo de festa! Ritmo de festa que balança o coração. Festa divertida, colorida de emoção.

Dia de alegria, então sorria e vêm pra cá. A festa continua, a casa é sua, pode entrar!

Hey, Hey, Hey, Hey, Hey! 

 

Quer ser um ótimo dançarino?

Não me pergunte como!  =D

 

 

 

 

Então pessoal, eu não desisti do blog não. Na verdade foi minha criatividade em escrever besteiras que desistiu de mim =/

Mas juro que assim que sair algo desse cabeção eu volto a postar.

 

Enquanto isso, se precisarem de ajuda, já sabem onde encontrar:

http://www.goocrente.com/



Escrito por Bruna Burck às 19h30
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Considerações bizarras sobre a copa (e sobre as mães).

 

Minha mãe:

- Calma gente, o Brasil ainda tem chances de ganhar.

- Mãe, o jogo já acabou.

-  Jura?

 

 

Mãe Diná:

Mãe Diná prevê: “Se o Brasil não perder ele tem grandes chances de ganhar.”

 

 

Depois dizem para você dar ouvidos a sua mãe...   

 

 

 

Bom, queridos amigos, como vocês sabem eu sou brasileira e desisto sempre, por isso um beijo pra quem fica.

Escrito por Bruna Burck às 18h59
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Por que eu também tenho um coração!

 

 

 

Perdida. Levou sua mão ao peito para ver se ainda sentia o coração. Não o sentiu, estava morto. Tentava de qualquer jeito reanima-lo, até que notou que já não havia motivos para tal. Não era o fim que a preocupava, mas sim o novo começo. Era tão fechada.

 

Começou a imaginar que tudo seria diferente, mesmo sabendo que não havia diferença suficiente para mudar aquilo que sentia. Era teimosa. Extremista, talvez.

Sabia que aquilo era o certo, mas não o queria, tinha se apegado tanto às velhas lembranças que quase esquecia o quanto aquilo a fazia sofrer. E como sofria... Seu coração estava dilacerado.

 

Gostava de sonhar. Pensava que um dia teria alguém para dividir as alegrias.

As tristezas não, as tristezas guardava só para si num ato de puro egoísmo. Não as dividia com ninguém nem tinha tal desejo. Eram só suas.

 

Sentia-se presa, “claustrofobica” no seu próprio eu. Tinha asco de estar por baixo de sua pele. Não gostava de ser quem era, de sentir o que sentia, de falar o que falava...

Pensou em mudar, tentar ser um novo alguém, fazer tudo diferente. Impossível. Estava presa até o fim a sua velha ideologia. Não tinha esperanças. Era frustrante.

 

Eram 10:00 horas da manhã quando ela finalmente acordou, sentindo um forte enjôo ela correu para o banheiro e vomitou. Apoiou-se na pia e começou a chorar, pensou no por que de tudo aquilo, por que tanta dor. Não encontrou respostas.

 

Levantou a cabeça até enxergar o espelho, olhou fundo para seus próprios olhos e foi então que chegou a conclusão de que estava viva. Tão viva que seus ossos até doíam. Limpou as lagrimas e num tom imponente gritou consigo mesma:

 - Tente ao menos, criatura! Tente...

 

Foi então que sentiu algo estranho, uma forte paz ou talvez uma alegria fulminante. Não sabia explicar ao certo, um misto de morfina com endorfina.

Levou sua mão ao peito, assustada, e foi então que percebeu: seu coração tinha voltado a funcionar... Orquestrado, em harmonia.

Finalmente.  Felizmente.



Escrito por Bruna Burck às 10h31
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Enquanto isso, no maravilhoso mundo do Orkut:

 

 

Bruna Burck: Mas o bom de tudo isso é que minha crise existencial passou.
Também, quem é que consegue ter uma crise existencial em meio a um tumulto desses?

 

Danilo: Pode crer! Não se falava em outro assunto. Hoje mesmo eu xinguei o cara do meu trampo pq ele estava falando de um assunto que não tinha nada a ver com morte de policiais, ônibus pegando fogo etc. Ele ta com uns problemas sérios de família, a mãe dele expulsou ele de casa, ele não tem pra onde ir, ganha mal etc e começou a desabafar comigo. Aí eu disse: “vai se foder, André, um monte de policias morrendo e vc aqui falando de coisas tristes?”.

 

Bruna Burck: afff, essa gente egoísta.
num tem onde ir? diz pra ele ficar parado no centro de são paulo que o povo do pcc se encarrega rapidão de arrumar um lugar pra ele ir.
conhece o LIMBO?



Isso é o Pcc ajudando você!



Escrito por Bruna Burck às 00h37
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Pernas? Pra que te quero, ein?  Hunf!

 

Não vou me aprofundar muito na história, mas imagine dois amigos (um menino e uma menina) num shopping lotado, em pleno sábado (9:00 da noite), em uma fila enorme só pra comprar uma mísera batata. Imaginou?

 

Agora imagine que eles compraram a batata e ficaram rodando igual dois idiotas atrás de uma mesa vaga para abundarem-se e comerem suas batatas. Imaginou?

 

Agora imagine que a menina vira pro menino, já muito puta da vida por estar andando no meio da praça de alimentação há quase 3 horas (exagero rules) e diga:

-Pô, sorte de quem anda de cadeira de rodas.  Se eu tivesse uma, uma hora dessas eles não estaria procurando lugar pra sentar. 

 

 

 

 

Imagina só! Onde já se viu falar uma coisa dessas?

Agora me diga se essa pessoa em questão tem ou não tem uma pedra no lugar do coração?

 

 

Eu hein.

 



Escrito por Bruna Burck às 01h03
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Se você me encontrar tarde da noite em um beco escuro qualquer da cidade sinta MEDO, pois eu sou assaz perigosa, cruel e impiedosa (sei dar pescotadas, cuecões e cotonete molhado). Provavelmente você nunca vai me encontrar num beco escuro qualquer da cidade, mas caso isso venha acontecer o recado já ta dado =D
 
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